quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

O blog

Ensino médio acabando e outros problemas aparecendo: para onde vou? Em que universidade vou estudar? Com quem vou morar? E quem vai pagar? Não é fácil planejar tudo, principamente porque tem a questão básica de passar ou não para a faculdade escolhida. Onde moro, costumam falar em TPV, Tensão Pré-Vestibular, e é examente a fase pela qual estou passando.
Nos últimos meses, tenho pesquisado bastante sobre a vida universitária e os processos admissionais das principais faculdades do país, e isso é complicado, principalmente para quem não mora em cidade que  tenha facudade boa e precisa, de uma forma ou de outra, ir para outro lugar para estudar, como é o meu caso.
Criei o blog no intuito de me acompanhar nessa jornada louca até algum campus Brasil afora ou até o cursinho no ano que vem. Se esse foi realmente o sonho e o projeto da minha vida, espero ter alguma lembrança de onde tudo começou.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

A escolha

Até duas semanas atrás, eu era mais uma nesse mar infinito de terceiro-anistas que não sabem que carreira devem seguir. Mas como planejar o resto de nossas vidas se nem arrumar a cama direito sabemos ainda? Tem gente que, desde pequeninha, já sabe o que quer ser quando crescer. Tem gente que não tem escolha: a necessidade é quem manda. Tem gente que não decide nada e fica ali, esperando que algo aconteça. Eu, que tenho a oportunidade de optar, de planejar e me recusar, perdi-me em meio a tantos caminhos, cheios de coisinhas que poderiam me tornar uma mulher bem-sucedida. Mas uma mulher bem-sucedida pra quem? Eu, até então, optava por engenharia de produção. Com bom retorno financeiro e oferta de emprego gigante, me atraiu de imediato e apesar de incluir várias matérias que para mim são chatas e irritantes, a ideia de liderança intrínseca à profissão me seduziu. Gosto de estar à frente, de dar minha opinião e mudar aquilo que não me parece correto.
Porém, um projeto artístico aleatório em que me envolvi fez-me perceber que uma rotina sem fantasia e criatividade não combina comigo. Viver sem a liberdade de inventar e reinventar e refazer e remontar sempre, não é a minha praia. Em meio a traços, tintas, rabiscos e ideias de uma semana de arte maluca, decidi ser arquiteta. Assim, junto o minha adoração à arte ao meu amor pela matemática. Quero ser feliz fazendo coisinhas.